segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

LDB: Raio-x São José/Unimed/Vinac




O troca de passe de hoje vai fazer um raio-x sobre o time do São José/Unimed/Vinac , analisando os pontos fortes de cada jogador,mostrando a evolução desse novo time ,temporada 2012/2013.
Os investimentos foram maiores, devido à campanha não tão bem sucedida na ultima edição da LDB, o time comandado pelo técnico Paulo César (Jaú) foi reformulado e ganhou cara nova, e hoje briga para conquistar uma das duas vagas para as semifinais nos dias 02 e 03 de março.
Com grande parte do elenco disputando também o NBB, torna-se mais fácil o entrosamento, e aos poucos se ganha mais experiência.
Entenda mais sobre esse time na analise a seguir:

Na armação o time de São José dos Campos a responsabilidade fica por conta do garoto Ícaro Parisotto.

Natural de Santa Cruz do Sul,o jovem armador de 20 anos é o principal responsável pela armação ,com uma visão de jogo diferenciada e com facilidade em pontuar ,com média de (15,25 ppj) ele será uma das peças fundamentais para o sucesso do time.



Já na posição de ala-Armador temos dois atletas :

O Primeiro é o atleta Luís Guilherme dos Santos (Robinho).
Xodó da torcida Joseense,o garoto natural de Rio Claro,tem 20 anos e é o destaque da equipe do vale.
Com grande habilidade em seus dribles (crossovers) ,Chutes de média ,curta e longa distancia ,ele é o principal responsável pelo bombardeio ofensivo. Com médias de (15,75 ppj) Robinho espera ajudar o time a conquistar uma das duas vagas na fase final.



O outro Ala-armador é o Atleta Gabriel Tenório ,Natural de Jundiaí,é responsável pela parte defensiva do time do vale do Paraíba ,com grande capacidade de marcação,ele será uma das peças fundamentais para o auxílio da defesa ,mas mesmo assim,ele não deixa de marcar seus pontos ,ele é o terceiro pontuador do time,com médias de (12 ppj ).



Na posição de Ala temos o jovem promissor Chandler Yuri .

No alto dos seus 2,02 ,esse Ala natural de Itumbiara ,veio suprir uma posição carente na temporada passada,e por enquanto representa as expectativas a altura.
Eficiente nos rebotes e com tiros de longa distancia,o ala apresenta médias de (10,00 ppj)



Como Ala-Pivô temos o atleta Radamés Santos.

Com 2,04 ,esse pivô natural de Lençóis Paulista ,é uma das peças que a primeira vista não parece ser tão importante no jogo ,apesar de bons números,(11,00 PT) . Mas o que se vê,é um pivô com boa técnica ,grande capacidade de defesa,chutes efetivos da zona morta,e total empenho nos rebotes.



Já a posição de Pivô é ocupada pelo atleta Erick Camilo

Com 2,05 , O Pivô natural do Rio de Janeiro é um dos destaques não só na LDB ,mas também no NBB, com boas médias de (11,75 ppj) ,o pivô é diferenciado,tem grande capacidade física comparada aos pivôs do mesmo porte. Com bom posicionamento de pernas no ataque,regado a ganchos e enterradas,o pivô também tem seu forte na defesa,com um grande footwork ,o pivô é capaz de sustentar trocas defensivas e efetuar grandes rejeições na tábua.



Esse foi o raio-x sobre a equipe Joseense que se prepara para os jogos contra Brasilia,Flamengo e Suzano.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Olhe para a BASE!




Com essa matéria espero que as pessoas vejam o que eu vi o tempo que fui
jogador, e agora também como espectador.

Sim, essa matéria é uma critica direta a grande maioria dos técnicos brasileiros.


Começo com a seguinte pergunta: ''Senhores técnicos, o senhores sabiam que os atletas das suas categorias de base, são o futuro do seu projeto?''

Na maioria dos times do Brasil, as oportunidades que se dão a atletas das categorias de base são praticamente mínimas, que por vezes chegam a jogar menos de 1 minuto por jogo.

Grandes revelações em seleções e campeonatos de bases, muitas das vezes não terão um futuro tão promissor na categoria adulta, pois não são inseridos como deveriam, desde cedo nas rotinas, treinos e jogos da categoria adulta.

E porque isso não é de costume dos técnicos brasileiros?

Existem vários fatores que fazem com que os técnicos criem barreiras em suas próprias cabeças, a mais conhecida é:

·         Medo de sofrerem represálias, por parte de dirigentes, torcida, ou até mesmo por atletas que não admitem sair um minuto sequer para dar oportunidade a um jovem que pode vir a ser um promissor jogador de basquete.

Existem soluções praticas que podem ajudar no futuro desses jovens, e que consequentemente ajudará o futuro do basketball brasileiro.

Os jogadores de base, muitas das vezes se acomodam no banco, por saberem que não vão entrar, mesmo que esteja 30 pontos de diferença, e isso é o pior erro, pois quando entram,  nervosos, acabam cometendo erros, o que os deixam cada vez mais longe de estarem em quadra no próximo jogo.

É Necessário sempre a orientação do coach,e sempre mantê-los motivados para que a qualquer momento eles podem entrar,seja para marcar ,fazer um bom poste,ir num rebote,ou mesmo pular de ‘’cabeça’’ na bola.



Deveria se haver outro tipo de postura dos técnicos,e muita das vezes por isso a grande migração de técnicos estrangeiros para o Brasil. Eles sim confiam em seus atletas,pois não os diferenciam de categoria,e veem todos do mesmo modo ,independente de salário,status ou etc...

Para finalizar, Creio que a  formula do sucesso de alguns times nem sempre estão em inflar  seu elenco com contratações muitas das vezes até duvidosas,e sim formar um time que tenha de 8 á 9 jogadores de qualidade,e dar oportunidade de 2 á 5 jogadores da base,sempre em rotação , fazendo com que eles tenham chances reais de jogar.